sábado, 4 de dezembro de 2010
A gata no meio da rua e a amiga dela
Certo Galera,
Primeiro Post do Diário de Zé Cafajeste. Essa história marca o início da minha vida de cafajestagem.
Eu namorava a mesma menina há mais de 3 anos e havia traído ela uma vez na vida e outra na morte. Mas nesse dia, estava eu tomando aquela breja matinal com um brother meu. Gazeada padrão da aula de quinta de manhã. e depois da décima cerveja ele foi me dar uma carona pro trabalho. No caminho, avistamos uma gata tocando a campainha de uma casa qualquer. Primeira reação do meu amigo Pedro, foi a mais natural possível para um maxo com dez cervejas na cabeça. Parou o carro do lado dela e então começou a pedreragem.
- E aí gatinha, quer uma carona?
-Não. Obrigada.
- Como é teu nome?
-Juliana.
-Vamos dar uma volta.
-Agora não dá. Tenho muita coisa pra fazer, mas anota meu telefone aí.
Anotei o telefone dela e fomos embora, no caminho ele ainda fez a incrível façanha de enfiar o carro na traseira de um caminhão e destruir a frente inteira. Depois de um dia produtivo no trabalho, em que falei mal de todos os diretores da empresa e dei em cima de todas as mulheres, menos a tia da copa, voltei pra casa com a ressaca já batendo forte.
Nesse dia, eu tinha aula a noite, mas chegando lá, resolvi dar aquela gazeada por quê, enfim, ressaca tava foda. Mas dessa vez fui só comer uma pizza com o mesmo Pedro, que estava sem carro por sinal. Então, lembramos da gatinha do portão e eu resolvi ligar só por tiração de onda. De repente, estávamos indo encontrar ela e uma amiga, no meu carro dessa vez.
Quando chegamos lá, a amiga dava de 100 a zero na Juliana, era uma loira tão gostosa que por dentro eu chorei de algeria. Chegando no Bar, A Juliana dando em cima de mim, eu obcecado pela loira e o Pedro vacilando. Eis que papo vai e papo vem, créu! peguei a loira, e nada do Pedro desenrolar a Juliana, que sugeriu irmos para um bar mais animado. Chegando lá, ela esperou a gente sentar e disse que ia cumprimentar uns amigos. Resultado: fiquei no maior amasso com a loira, o Pedrão na merda, e a Juliana só voltou na hora de irmos embora.
Dia seguinte:
Dei um drible na minha namorada, que tá me procurando até hoje e fui na casa da loira. A mãe tinha viajado e ela estava sozinha em casa. Que mulher safada! Quase não dou conta daquilo tudo. Gritava e gemia e rebolava e pedia mais... Eis que as duas da manhã, já estávamos dormindo e toca o telefone, era a Juliana dizendo que iria dormir na casa da Loira.
Ela chegou de carona em um carro com mais três homens, ainda bem que só desceu ela e meia garrafa de vodca, resolvemos matar a garrafa, idéia minha. Nem gosto muito de Vodca, mas adoro a idéia de duas mulheres bebadas comigo em uma casa vazia. Ainda faltavam uns três dedinhos do veneno na garrafa, quando a loira anunciou que ia dormir, e me chamou. Eu disse que já ia, queria só matar a Vodca com a Juliana. Ela foi dormir. Caminho livre pro segundo Round! Antes da Vodca terminar estávamos nos pegando, ela queria desde o começo, desde a primeira cantada de pedreiro ela ficou afim. Sorte minha. Fomos pro quarto da mãe da loira e rolou de tudo menos sexo... Ela não quis liberar.. mas me fez gozar e me dei por satisfeito. ela dormiu, vesti minha roupa e fui embora. O dia seguinte foi recheado de ligações que não foram atendidas e mensagens que não foram respondidas. Depois a vida seguiu e nunca mais vi a gata do meio da rua nem a amiga dela.
Até hoje sacaneio o Pedro: "Pô cara, da próxima vez pega uma, pra eu não ter que fazer o trabalho todo sozinho". E foi aí que eu tomei gosto pela adrenalina e tudo começou, nasceu Zé Cafajeste.
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