sábado, 11 de dezembro de 2010

A gata sem nome e a merda do álcool



Domingo, dia de ficar de boa... Tranquilão!

Fui pra praia com alguns amigos, pra curar a ressaca do fim de semana enchendo a cara de cerveja e admirando as gostosas, nada melhor que curtir umas bundas, tomando uma gelada e falando merda com os brothers num domingo a tarde. O problema  bonito da coisa é  que quando o alcool começa a fazer efeito as bundas começam a te chamar também.

Acabou a tranqüilidade do domingo, hora de cair pra dentro. Caçar as incautas.fomos para casa tomar um banho e depois nos arrumamos pra esticada, um bar com música ao vivo que aqui na minha cidade é tradicional aos domingos. Chegamos cedo e completamente embriagados. Logo vimos a mulher mais gostosa de todas, merece até uma descrição(vou ficar devendo a foto): Loira do cabelo curto, peitões, cinturinha, um rabo perfeito, as coxonas deliciosas, marquinha de biquini e um jeitinho carioca que me deixa louco. Ela era tão maravilhosa que intimidava todo mundo, ninguém chegava nem perto dela.

Estava junto com uma amiga, uma morena muito gatinha, que eu pegaria fácil, mas fiquei obcecado pelos peitões pela loira. Chamei um amigo meu:

- Vamos nessa brother, naquelas duas ali?
- Vamos. Mas eu vou na moreninha, aquela loira ali não vai ficar com ninguém aqui.

E a gente foi, ela começou a falar da época que morou em Londres, e  é aí que a experiência conta, já visitei a Europa a passeio, e inventei que morei na itália também. Assim, a gente cria muito assunto já que "passamos pelas mesmas coisas". Depois de algum tempo, eu estava ali, pegando a mulher mais gostosa da noite. É a melhor sensação do mundo, saber que todo mundo a sua volta queria a mulher que só você está pegando.

Mas, ainda tinha muita cerveja na minha cabeça, e meus amigos estavam se revezando para tentar pegar a morena que tinha ficado sozinha, mas ninguém conseguia, a mulher era irredutível. Foi então que resolvi ajudar  a galera e perguntei pra loira:

- Qual é mesmo o nome da sua amiga?
- Marina. (Pausa) E o meu? (olhar de "e agora otário?")
- Julia?

Foi quando ela se indignou e foi embora, cinco minutos depois eu passei pela morena que ainda me chamou:

- Como é que tu conseguiu pegar uma gata daquelas e vacilar desse jeito? O nome dela é Carla.

Continuei na cerveja, alguns minutos depois eu encontro a Carla e chamo pra conversar, pedi desculpas. Dei uma enrolada, disse que era ruim de nomes mesmo e que não iria mais esquecer o nome dela. Belezas, colou e voltamos pra pegação.

Fim de festa, hora de aplicar o golpe final:

- E aí Carla, vamos pra onde agora?
- Tô meio cansada. Acho melhor ir pra casa, amanhã é segunda-feira.
- Me dá teu telefone pelo menos.
- Claro anota aí.

Quando tiro o celular do bolso, dou de cara com uma foto minha, feliz da vida beijando minha namorada no plano de fundo. Aí não teve jeito, depois de esquecer o nome ela encontra a namorada. Acabaram os argumentos. A loira foi embora cuspindo fogo.

Imagino até hoje como seria se eu tivesse menos bêbado e conseguisse lembrar de trocar a foto do celular e quem sabe até do nome dela, vai ser uma frustração eterna essa loira, e imagino também a cara dela, se descobrisse que meu nome não é Lucas.

sábado, 4 de dezembro de 2010

A gata no meio da rua e a amiga dela



Certo Galera,

Primeiro Post do Diário de Zé Cafajeste. Essa história marca o início da minha vida de cafajestagem.

Eu namorava a mesma menina há mais de 3 anos e havia traído ela uma vez na vida e outra na morte. Mas nesse dia, estava eu tomando aquela breja matinal com um brother meu. Gazeada padrão da aula de quinta de manhã. e depois da décima cerveja ele foi me dar uma carona pro trabalho. No caminho, avistamos uma gata tocando a campainha de uma casa qualquer. Primeira reação do meu amigo Pedro, foi a mais natural possível para um maxo com dez cervejas na cabeça. Parou o carro do lado dela e então começou a pedreragem.

- E aí gatinha, quer uma carona?
-Não. Obrigada.
- Como é teu nome?
-Juliana.
-Vamos dar uma volta.
-Agora não dá. Tenho muita coisa pra fazer, mas anota meu telefone aí.

Anotei o telefone dela e fomos embora, no caminho ele ainda fez a incrível façanha de enfiar o carro na traseira de um caminhão e destruir a frente inteira. Depois de um dia produtivo no trabalho, em que falei mal de todos os diretores da empresa e dei em cima de todas as mulheres, menos a tia da copa, voltei pra casa com a ressaca já batendo forte.

Nesse dia, eu tinha aula a noite, mas chegando lá, resolvi dar aquela gazeada por quê, enfim, ressaca tava foda. Mas dessa vez fui só comer uma pizza com o mesmo Pedro, que estava sem carro por sinal. Então, lembramos da gatinha do portão e eu resolvi ligar só por tiração de onda. De repente, estávamos indo encontrar ela e uma amiga, no meu carro dessa vez.

Quando chegamos lá, a amiga dava de 100 a zero na Juliana, era uma loira tão gostosa que por dentro eu chorei de algeria. Chegando no Bar, A Juliana dando em cima de mim, eu obcecado pela loira e o Pedro vacilando. Eis que papo vai e papo vem, créu! peguei a loira, e nada do Pedro desenrolar a Juliana, que sugeriu irmos para um bar mais animado. Chegando lá, ela esperou a gente sentar e disse que ia cumprimentar uns amigos. Resultado: fiquei no maior amasso com a loira, o Pedrão na merda, e a Juliana só voltou na hora de irmos embora.

Dia seguinte:

Dei um drible na minha namorada, que tá me procurando até hoje e fui na casa da loira. A mãe tinha viajado e ela estava sozinha em casa. Que mulher safada! Quase não dou conta daquilo tudo. Gritava e gemia e rebolava e pedia mais... Eis que as duas da manhã, já estávamos dormindo e toca o telefone, era a Juliana dizendo que iria dormir na casa da Loira.

Ela chegou de carona em um carro com mais três homens, ainda bem que só desceu ela e meia garrafa de vodca, resolvemos matar a garrafa, idéia minha. Nem gosto muito de Vodca, mas adoro a idéia de duas mulheres bebadas comigo em uma casa vazia. Ainda faltavam uns três dedinhos do veneno na garrafa, quando a loira anunciou que ia dormir, e me chamou. Eu disse que já ia, queria só matar a Vodca com a Juliana. Ela foi dormir. Caminho livre pro segundo Round! Antes da Vodca terminar estávamos nos pegando, ela queria desde o começo, desde a primeira cantada de pedreiro ela ficou afim. Sorte minha. Fomos pro quarto da mãe da loira e rolou de tudo menos sexo... Ela não quis liberar.. mas me fez gozar e me dei por satisfeito. ela dormiu, vesti minha roupa e fui embora. O dia seguinte foi recheado de ligações que não foram atendidas e mensagens que não foram respondidas. Depois a vida seguiu e nunca mais vi a gata do meio da rua nem a amiga dela.

Até hoje sacaneio o Pedro: "Pô cara, da próxima vez pega uma, pra eu não ter que fazer o trabalho todo sozinho". E foi aí que eu tomei gosto pela adrenalina e tudo começou, nasceu Zé Cafajeste.